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Mais Médicos já estão em Caçapava do Sul


A Secretaria de Saúde se reuniu nesta sexta-feira com os novos médicos do Programa Mais Médicos, que substituem os médicos Cubanos, após o Governo Federal romper o contrato com Cuba no final de novembro do ano passado.


Na ocasião, o prefeito Giovani Amestoy estava em Brasília e solicitou agilidade do Ministério da Saúde para a reposição dos médicos para não deixar a população desassistida. Na mesma semana do rompimento do contrato entre os países, o Ministério da Saúde abriu cadastro de contratação para médicos brasileiros e Caçapava do Sul entrou com a solicitação de três novos médicos.


No início de Dezembro de 2018, o Ministério da Saúde enviou o primeiro médico cadastrado para atuar no município, Dr. Pedro Oliveira, que é gaúcho, natural de Santiago, e era médico residente em Santa Maria, onde atendia nas ESFs, emergências e que já prestava serviços para Caçapava do Sul como plantonista no Pronto Atendimento. Com mais de 20 anos de experiência, Pedro está atuando no ESF 4.


Em seguida, ainda em dezembro, foi a vez do Dr. Antônio Augusto Vieira, de Belo Horizonte-MG, chegar ao município pelo Programa Mais Médicos Brasileiro. Formado pela Universidade Federal de Minas Gerais, Antônio tem dois anos de experiência em atendimentos clínicos e vai atender na ESF 3.


Nesta semana chegou a Caçapava do Sul o terceiro médico solicitado no Programa, o também mineiro Brunno Costa, formado pela pela Universidade Federal de Minas Gerais e que deve começar nos próximos dias na ESF 1.


De acordo com a Secretária Ines Salles, desde que o Governo Federal cancelou o contrato com o Programa Mais Médicos, as Estratégias de Saúde da Família do município estavam atendendo com o auxílio de médicos plantonistas:


“Na ESF 1 e 3 a Dr. Neiza e Hervandil se revezavam duas vezes por semana para manter o atendimento e, quando se tratava de urgência, os pacientes eram encaminhados ao Pronto Atendimento. Na ESF 4 a Dr. Lígia que fazia o atendimento também agendado. Nós não deixamos de manter o serviço, que foi feito mediante agendamento prévio e demanda da população nas ESF”, frisou Inês Salles, que estava acompanhada da servidora Maria Geni, sua adjunta, na reunião.


Os médicos contratados pelo Programa terão uma jornada, conforme o acordo com o Governo Federal, de 32 horas de trabalho mais 8 horas de estudos semanais.

Publicado em 11/01 16:12
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